terça-feira, 6 de julho de 2010

Ontem. Sempre.

E quando descolares todos os pedacinhos de velcro que seguram a tua cabeça à realidade, vais acordar no teu dia mais violento, como se te prendessem num colete de forças e te lançassem no alto mar. **

10 comentários:

Anna Molly disse...

profundo.

****

liliana_lourenco disse...

..Como o fundo do mar. :) **

elsafer disse...

um beicinho gostoso , pronto para um carinho ...
;)

liliana_lourenco disse...

:) **

Pedro_Berenguer disse...

"it wasn't me, mommy!"

liliana_lourenco disse...

:) **

7ze disse...

Lembro-me que uma vez, depois de comprar uma gaiola na feira, me deram um pardalito... a minha mãe disse-me: «Agarra bem, não o deixes fugir até chegar a casa». Eu achei-o tão fofo e levei aquilo tão à letra, tão cioso estava da minha função, que devo ter apertado demais... apertei-o tanto, que o sufoquei. Depois, ao sentir aquela coisa, momentos antes palpitante, agora mole e flácida, exclamo-me para a minha mãe: «_ó mãe, o passarinho morreu-se!» Julgo que a expressão me ilibou, embora ainda hoje tenho remorsos...

De certa forma, até caçar pode ser um acto de amor: o caçador gostaria de sentir perto de si o «outro» e não tem outra forma de o prender...

liliana_lourenco disse...

Que recordação tão 'encantadora', por muito que não o possa parecer.. :) **

Hassan disse...

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liliana_lourenco disse...

:) **